quinta-feira, 12 de maio de 2011
Ih! Fiz merda!
Autora: Thyare Santana
Sabe aqueles momentos em que você arregala os olhos, respira fundo e diz "fiz merda!"? Pior ainda é quando você tem a absoluta convicção que o referido excremento por você realizado é enorme, mal cheiroso e dificil de limpar. Aí, meu amigo, você pensa: "C@r@l%o, e agora? o que eu faço?"
Antes de tudo procure uma privada. Qualquer uma. Coloque sua cabeça dentro e dê descarga. Quantas vezes forem necessárias, o importante é que sua cabeça desça esgoto abaixo. Não se esqueça de lavar as mãos após o uso do toillet.
Não deu certo? Enfie sua cabeça (sim, este porta cérebro que só faz besteiras e que fez a gentileza de permitir que você desse AQUELA cagada. Das grandes)... onde eu estava mesmo? Ah sim! enfie sua cabecinha no ânus de um canis lupus familiaris (isto mesmo, vulgo "c# de cachorro"). Não encontrou um cãozinho para tal? Que tal enterrar sua cabeça na terra tal qual um avestruz, pedir para sumir da face da terra nos próximos 500 anos ou cortar os pulsos com uma Gillete cega? São tantas opções...
(Eu sinceramente estou ainda em dúvida de qual das opções acima irei fazer agora!)
Bem, se nada disto der certo, você pode partir para o Plano B: pare, pense (muito cuidado nesta hora!) respire, chore se necessário (se for o caso se tranque no banheiro para tal fim ou desabafe no ombro daquele amigo) e bote esta mesma caixola para fazer algo de útil. Tente encontrar uma solução efetiva (e viável - não adianta de nada bolar o "plano infalível" do Cebolinha!). Comece a colocar seu projeto de ação em prática e reze, com muita fé e para todos os santos que você conhece - e até os que você não conhece, ajuda nunca é demais! - para que tudo dê certo... E boa sorte!!!
Agora, se o seu "plano de sucesso" for um fracasso total? Ou a merda foi tããããão medonha a ponto de ser "inconsertável"? Então, my dear friend, só vejo duas atitudes possíveis: Sentar e chorar até secar como uma flor sem água ou levantar, limpar a poeira, se vestir da cara mais lavada que você tem e seguir em frente.
Claro, outras merdas virão. Diz o "velho deitado" que "é fazendo merda que se aduba a vida". De algumas delas você rirá - e muito - no futuro. De outras, sinto informar, você continuará se arrependendo pelo resto de seus dias.
Só não vá cometer os mesmos erros novamente. Porque errar uma vez é normal para um homo sapiens sapiens. Cometer duas vezes o mesmo erro, já é atitude de equus asinus.
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Um texto bem humorado, que trata de uma questão presente na vida de qualquer ser humano (fazer merda), além de propiciar ao leitor a oporutnidade de adquirir um algum conhecimento vocabular da nossa língua mãe.
ResponderExcluirAo ler o ditado "é fazendo merda que se aduba a vida" lembrei-me de um outro ditado usado por uma colega de faculdade ao confidenciar as agruras do seu relacionamento amoroso. Sempre que relatava as decepções que o noivo lhe causava, ela dizia: "Fulano cagou na minha alma". Com isso, fiquei pensando: A minha colega tinha a alma adubada? Considerando que mesmo em vista de motivos fortes ela não deixava o noivo cafajeste, pode-se dizer que uma alma adubada/cagada faz com que a pessoa seja mais tolerante?
Essas e outras questões me levaram a profundas reflexões, não só de ordem afetivo-sentimental, as quais sintetizo da seguinte forma:
"Cagar é humano! Mas uma merda reincidente pode ser sinal de fraqueza e falta de amor próprio. Ame-se mais e faça menos merda!"
Edu Ferreira.